Saúde
A fratura de pênis é o rompimento dos corpos cavernosos conseqüente a um trauma durante a ereção. É um acidente raro.
Ocorrência
A fratura peniana ocorre quando uma força externa é aplicada sobre os corpos cavernosos durante a ereção. Nesse período, as camadas (túnica albugínea) que envolvem os corpos cavernosos perdem sua elasticidade e ficam mais finas. A grande pressão interna dos corpos cavernosos, quando encontra uma força externa, faz com que haja uma ruptura da túnica albugínea geralmente transversal.
Vários mecanismos causando a fratura peniana são citados na literatura.
• O mais comum é no coito vaginal, quando o pênis escapa do interior da vagina, chocando-se contra o períneo ou contra a sínfise púbica (osso). Os corpos cavernosos tendem a se curvar de uma maneira extrema com conseqüente fratura.
• Outro mecanismo descrito como causa de ocorrência de fratura, também durante relações sexuais, é quando a mulher fica na posição “por cima”.
• A tentativa de desfazer a ereção com a mão, curvando o pênis para baixo, já foi descrito como possível causa de fratura do pênis.
• A interrupção rápida e inesperada do ato sexual (por exemplo, por presença inoportuna de criança no quarto), também já foi relatada como causa de fratura peniana.
O rompimento dos corpos cavernosos pode ser mínimo, bem como pode envolver estruturas vizinhas, tais como o corpo esponjoso e a uretra.
Quando ocorre a fratura, os pacientes relatam ouvir um “estalo” acompanhado de dor e perda da ereção. Há formação de hematoma com aumento e deformidade do pênis. Se a uretra foi atingida, dificuldade para urinar ou sangue na urina acompanham o quadro clínico.
Diagnóstico
A história do paciente e os achados de exame físico fazem facilmente o diagnóstico.
Em alguns casos mais complexos, há necessidade de outras informações, tais como:
• a extensão da ruptura,
• presença de envolvimento dos dois corpos cavernosos,
• se a uretra foi atingida.
Nesses casos, exames radiológicos – cavernosografia, uretrocistografia – podem ser solicitados.
Tratamento
O tratamento da fratura peniana foi controverso durante muito tempo. Alguns autores propunham tratamento conservador e não cirúrgico através de analgesia, antiinflamatórios, antibióticos, supressão da ereção e curativos compressivos.
Entretanto, era alta a ocorrência de complicações, tais como fibrose deformante do pênis, formação de abscessos, placas de corpos cavernosos.
Atualmente, o tratamento cirúrgico é o mais utilizado, realizando-se
• drenagem do hematoma,
• controle da hemorragia,
• sutura da ruptura dos corpos cavernosos e da uretra - quando esta ocorrer.
O tratamento conservador está indicado em fraturas pequenas com hematomas pequenos e rupturas mínimas de corpos cavernosos.
Prognóstico
Quando tratada precocemente, a fratura peniana tem bom prognóstico. O tratamento conservador e o cirúrgico, quando indicados corretamente, fazem com que o pênis volte ao seu estado natural. Há casos em que o paciente fica constrangido com a situação, não procurando o médico. Nessas situações, pode haver aumento da hemorragia com conseqüente formação de um hematoma ainda maior, deformidades importantes do pênis, formação de abscesso, coleção anormal de urina extravasada da uretra, piorando o prognóstico.
A fratura pode causar impotência sexual (disfunção erétil). Se o tratamento for mal conduzido, pode ocorrer fibrose de corpos cavernosos com formação de placas no seu interior.
O tecido erétil, portanto, é substituído por tecido não erétil, levando a uma incapacidade de se conseguir ereção.
Lendas sobre o Amor
Da Geração de Eros
Quando nasceu Afrodite, banqueteavam-se os deuses entre os quais se encontrava também o filho da Prudência, Recurso. Depois que acabaram de jantar, veio para esmolar, os restos do festim, a Pobreza, e ficou na porta. Ora, Recurso, embriagado com o néctar, penetrou no jardim de Zeus e, pesado, adormeceu. Foi então que Pobreza o avistou e observando o jovem ali desavisado imaginou imediatamente remediar sua penúria concebendo um filho de Recurso. Deitou-se ao lado do deus e, enlaçando-o, a ele, que mal percebia o que se passava, conseguiu. Pobreza, seu intento e pouco depois deu à luz o filho dessa conjunção fortuita o qual foi chamado Amor. Eis porque ficou companheiro e servo de Afrodite o Amor, gerado no natalício da deusa da beleza, tornou-se amante do belo; e por ser filho de Recurso e Pobreza foi esta a condição, contraditória, que caracteriza sua essência.
Primeiramente, é sempre pobre, e longe está de ser delicado e belo, como a maioria imagina, mas é duro, seco, descalço e sem lar, sempre por terra e sem forro, deitando-se ao desabrigo, às portas e nos caminhos, porque tem a natureza da mãe, sempre convivendo com a precisão. Segundo o pai, porém, ele é insidioso com o que é belo e bom, e corajoso, decidido e enérgico, caçador terrível, sempre a tecer maquinações, ávido de sabedoria e cheio de truques; e sua natureza não nem mortal nem imortal. No mesmo dia, ora germina e vive, quando enriquece; ora morre e de novo ressuscita, graças à natureza do pai; e o que consegue sempre lhe escapa, de modo que nem empobrece o Amor nem enriquece, assim como também está no meio da sabedoria e da ignorância.
Amelie Silveira
Dire Straits
Esta banda de rock britânica foi formada em 1977 por Mark Knopfler, que que além de vocalista tocava guitarra, seu irmão David Knopfler, guitarrista também, John Illsley, baixista, e Pick Withers baterista.
Embora esta banda tenha sido formada em uma época em que o Punk Rock reinava absoluto, estes meninos decidiram lidar com as convenções do rock clássico, firmando-se em uma sonoridade mais leve, que agradou ao público cansado do som super produzido do Rock in Roll. Não levou muito tempo para que a banda se tornasse conhecida mundialmente, ganhando o status de disco de platina logo em seu primeiro álbum. Eles bombaram literalmente! Mesmo não tendo uma banda formada a muito tempo, e apenas 5 álbuns de estúdio, a banda ultrapassou a marca de 100 milhões de discos vendidos mundialmente.
As canções mais conhecidas da Banda Dire Straits são: "Sultans of Swing", "Lady Writer", "Romeo and Juliet", "Private Investigations", "So Far Away", "Money for Nothing", "Walk of Life", "Your Latest Trick" e "Brothers in Arms".
Apesar de fazer muito sucesso, a banda terminou sem muito noticiário em 1994, quando Mark Knopfler divulgou o desejo de não mais fazer turnês em larga escala, deixando a banda e passando em seguida a se dedicar integralmente à sua carreira solo.
Início da Formação da Banda
A Banda Dire Straits gravou e lançou seu primeiro e álbum em 1978 embora a banda tenha sido criada em 1977. Começou a fazer sucesso no Reino Unido, para depois se espalhar pelo resto da Europa e Estados Unidos. A música Sultans of Swing arrebentou nas paradas britânicas. O segundo álbum Communiqué foi lançado no ano seguinte. A formação da banda mudou com o passar dos anos, permanecendo na banda somente Mark Knopfler e John Illsley como remanescentes da formação inicial.
A complexidade
Seu terceiro álbum, Making Movies, foi lançado em 1980, marcando o início de arranjos mais complexos e produções que continuariam neste firmamento até o final do grupo, durante os anos 90. Romeo and Juliet, foi um dos maiores hits da banda, o álbum também marcou a saída de David Knopfler enquanto a produção deste álbum ainda estava em progresso. O músico foi substituído por Sid McGinnis. O álbum Making Movies ainda contava com o tecladista Roy Bittan.
O tecladista Alan Clark e o guitarrista Hal Lindes começaram a fazer parte da banda no quarto álbum, Love Over Gold, lançado em 1982 e primeiro álbum da banda produzido por Mark Knopfler. Logo após o lançamento do álbum o baterista Pick Withers deixou a banda para uma nova carreira no jazz. Sendo substituto por Terry Williams, que tocava anteriormente no Rockpile.
Em 1983 foi lançado um EP contendo a canção Twisting by the Pool, e logo após o álbum duplo ao vivo Alchemy: Dire Straits Live, no ano seguinte.
Em 1985, foi lançado o álbum Brothers in Arms tornando-se, até então, o disco mais vendido do Reino Unido em todos os tempos. Foi o topo das paradas de sucessos em dezenas de países mundo, incluindo o Brasil. Foi origem de vários sucessos, como o hit mais tocado nos Estados Unidos Money for Nothing, que foi também o primeiro videoclipe apresentado na MTV. E a banda volta a ter mais mudanças na sua formação, com a entrada do segundo tecladista Guy Fletcher e a saída de Hal Lindes durante as gravações, sendo substituído por Jack Sonni. Hal Lindes permaneceu como membro oficial da banda até o lançamento do álbum. Terry Williams tornou-se baterista. O sucesso comercial do disco se deu pelo fato, deste ter sido um dos primeiros álbuns completamente gravados e produzidos no novo formato CD, sendo venerado pelos fãs da nova tecnologia.
De 1985-1986 a banda fez uma turnê que foi de sucesso fenomenal. Tocaram várias vezes no Wembley Arena, também fizeram uma participação em 13 de julho de 1985 no Live Aid, tocando Money for Nothing com a participação nos vocais de Sting, que ajudou na composição da música. A turnê terminou no Entertainment Centre em Sydney. O sucesso do disco e a participação no Live Aid tornaram o Dire Straits a banda que mais vendeu na década de 1980. Em 1986, a banda estendeu-se e Mark Knopfler partiu para projetos solos, além de trilhas sonoras. O grupo reuniu-se novamente para se apresentarem no aniversário de 70 anos de Nelson Mandela em 1988. No mesmo ano Terry Williams deixou a banda. O último álbum de estúdio da banda foi On Every Street em 1991. Com turnê mundial de 1991 a 1992. Em 1993 foi lançado o álbum ao vivo On the Night.
O Final da banda
Logo após o lançamento de Live at the BBC, em 1994, uma coleção de gravações ao vivo de seus álbuns anteriores, dando fim á banda sem grandes anúncios, após Mark Knopfler expressar não querer mais fazer grandes turnês, partindo assim para um trabalho solo e trilhas sonoras de filmes, enquanto os outros integrantes partiram para carreiras distintas.
Amelie Silveira
Quando uma pessoa sabe que está contaminada pelo vírus da Aids, vários tormentos passam por sua cabeça. Um deles, é o medo de contaminar outras pessoas, e a principal, o medo de morrer brevemente e com sofrimento e o temor da discriminação. No entanto, o HIV não é um vírus que se transmite facilmente.
Formas mais comuns de contágio:
• Amamentação
• Fazer sexo sem proteção
• Doação de sangue
• Compartilhar agulhas e seringas com outras pessoas
Não se pega AIDS:
• Bebendo no mesmo copo
• Usando o mesmo banheiro
• No beijo
• No braço
• No aperto de mão
• Usando os mesmos talheres, pratos e utensílios domésticos.
• Sentar-se junto
• Dormir na mesma cama
• Na piscina
• No ônibus
• Em visitas a hospitais
• Na picada de inseto
• No assento
• Na escola
• No salão de baile
Vale á pena lembrar, que o beijo, nunca foi estabelecido como forma de infecção pelo HIV. O que pode preocupar são sangramentos que a pessoa soropositiva por ventura tiver na gengiva. Feridas secas não conseguem transmitir o vírus. Então, não havendo nenhum ferimento com sangramento e havendo boa higiene de ambas as partes , pode se beijar tranquilamente. Até porque, a quantidade de HIV na saliva é muito pequena, além do que, existem muitas enzimas que protegem a boca de uma possível contaminação. Uma pessoa que tem cuidados básicos com sua boca e costuma ir ao dentista regularmente, não tem como transmitir o HIV através do beijo.
Não se pega AIDS em vasos sanitários, para se pegar AIDS é preciso que o vírus entre diretamente na corrente sanguínea, mas é possível sim se contrair outros tipos de doenças em banheiros sujos, por isso vale a pena sim tomar todos os cuidados necessários ao usar banheiros fora de casa, como por exemplo: não sentar nos vasos, nem mesmo, trepar nelas, lavar as mãos bem lavadas após usar o banheiro, são cuidados que com certeza devem e precisam ser tomados.
No sexo oral, a pessoa ativa não transmite o HIV porque não é possível transmiti-lo através da saliva. Já quem recebe a ejaculação de uma pessoa soropositiva na boca corre o sério risco de se contaminar. A secreção que sai do pênis antes da ejaculação, por ser em pouca quantidade e conter um número menor de vírus, dificilmente é capaz de contaminar alguém.
O ideal é usar preservativo também durante o sexo oral. Caso contrário, não se estenda por muito tempo nesta prática. Use-a apenas como preliminar. Desse modo, o risco de contaminação torna-se menor.
Quando a mulher soropositiva recebe o sexo oral, a probabilidade do parceiro ser contaminado é menor, pois a secreção feminina apresenta menos quantidade de vírus do que a ejaculação masculina. No entanto, durante ou próximo ao período menstrual, deve-se evitar essa prática, pois o risco aumenta muito.
O problema maior para quem pratica o sexo oral é pegar outras doenças venéreas, como sífilis, gonorréia ou herpes. Se houver feridas no pênis, o risco de transmitir o HIV é maior. Praticar sexo oral implica correr algum risco, mas você diminui esse risco se evitar a ejaculação na boca, contato com feridas no pênis ou na vagina e contato durante ou próximo ao período menstrual.
Não é necessário uma pessoa que não tenha HIV se preocupar em ser contaminada por uma que tenha, simplesmente porque houve um sangramento da pessoa contaminada e este sangue tocou sua pele. Se a pele da pessoa que não é soropositiva estiver íntegra, ela funciona como uma barreira eficaz contra o HIV. Mas entrar em contato com o sangue de outra pessoa nunca é bom, soropositiva ou não. A possibilidade de contrair outras doenças como hepatite, por exemplo, é muito maior. Existem diversos tipos de microrganismos presentes na corrente sanguínea que são transmissíveis pelo sangue.
As pessoas fantasiam muito com a forma de contaminação. Ninguém se contamina por encostar-se em sangue com HIV. O vírus da Aids precisa entrar na corrente sanguínea para contaminar alguém. Ou seja, para haver contaminação seria necessária uma grande quantidade de sangue caindo em cima de um corte profundo.
É bom lembrar também, que quem tem mais vírus pode transmiti-lo com mais facilidade. Isso não quer dizer que quem tem carga viral baixa ou indetectável não transmite o HIV, quer dizer que a probabilidade é menor.
Prevenção:
Reduzir ao máximo o número de parceiros sexuais. Quanto maior o número, maior a possibilidade de pegar AIDS.
A igreja recomenda a castidade antes e a fidelidade no casamento como única prevenção. Se não concordar com as exigências da moral cristã e tiver um ou mais parceiros sexuais, é mal menor usar camisinhas.
NÃO USAR DROGAS
Em caso de uso, usar seringas descartáveis
Quando receber transfusão de sangue certificar-se de que o sangue tenha sido previamente testado para detectar o vírus da AIDS.




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